Ufa!!
Não poderia começar de outra forma.
Muito melhor do usar o velho bordão “HAAAAAAAAJA CORAÇÃO” de um certo narrador ae
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O Brasil começou perdendo os dois primeiros sets diante de uma quase seleção juvenil da Sérvia. Sem contar com 4 titulares da final do último Europeu e provavelmente as 4 principais jogadoras da equipe (Ognjenovic, Nikolic, Brakocevic e Rasic). Nenhuma jogadora do Brasil tinha idade menor do que a média de 21 anos do time Sérvio. O time mostrou uma grande qualidade e fez uma belíssima apresentação contra o Brasil.
Em time que termina ganhando, começa jogando. E Fabíola dessa vez era titular.
O time do Brasil começou a partida com Fabiana, Fabíola, Paula Pequeno, Thaisa, Mari, Sheila e a líbero Fabi. Entraram no decorrer Dani Lins, Tandara, Sassá, Dani Lins e Camila Brait.
Mas apresentando uma apatia incomum, um abatimento visível, foram logo os 2 primeiros sets embora. A seleção brasileira mostrou poder de reação e, no tie-break, derrotou a Sérvia por 3 sets a 2 (21/25, 21/25, 25/18, 25/19 e 15/12), conhecendo sua quarta vitória na Copa do Mundo no Japão.
Recorremos a Sassá no lugar da “alma” da Mari, porque, como foi dito na transmissão, com a Mari na quadra, Brasil joga com 5.
E colocar Camila Brait como jogadora efetiva, sem ser na sua posição de origem, libero, pode parecer uma aura de professor Pardal do Zé Roberto, mas é a única solução pra dar volume de passe e defesa.
No resumo da ópera, vitória é vitória.
E que você também pode aprender vencendo. Pode sim tirar lições.
O brasil ganhou porque arriscou. Só ganha se arriscar.
Existe um mínimo de poder de reação.
Trocar de levantador nessa situação é meio, como no futebol, mudar o técnico.
É mais fácil queimar uma substituição do que 5!
Em todo caso, a Fabíola ou cometeu um pecado capital ou eu não entendo porque não é titular de vez.
Da mesma forma que a Dani Lins vinha sendo titular e acertadamente tinha que se dar tempo e experiência a ela. Paciência, não significa um demérito absurdo você sair de uma seleção e futuramente voltar.
Mas o problema, nem de longe são as levantadoras.
E por favor, parem por aqui as viúvas da Fernanda Venturini. POR FAVOR!!
Outro ponto que gostaria de ressaltar.
Há muito “preciosismo de paralela” no time do Brasil. Meio que Ronaldinho dando passe sem olhar. É exagerado. Toda bola, precisa de “um toque de classe”.
A Sérvia ataca pra frente, sem mudar a direção entre a mão e o corpo.
Falta chegar rasgando de frente na diagonal.
Foi levantado se o clima dentro da seleção é bom. E ae não se sabe se as jogadoras que estão estouradas, etc.
Se a instabilidade pela qual tem passado nossa seleção brasileira, se dá pelo cansaço fisico e mental. Como todo mundo sabe, Ze Roberto optou por ir com força maxima a todas competições visando preparar o time para a Copa do Mundo.
E ae, como diria Vicente Matheus, “é uma faca de dois legumes”.
Mas nesse caso, pra mim, o que é importante não é a resposta. É a pergunta.
Se a pergunta foi feita, é porque tem alguma coisa.
O próximo compromisso do Brasil será sexta-feira, contra a China, em Sapporo, novamente às 4 horas (horário de Brasília), com transmissão da Globo e do Sportv. IItália, Estados Unidos (que jogam nesta quarta contra Alemanha) e China estão à frente das brasileiras.
Confira outros jogos desta quarta-feira:
China 3 x 0 Argentina (25/10, 25/18 e 25/23)
Coreia 3 x 0 Quênia (25/21, 25/15 e 25/14)
Itália 3 x 0 Argélia (25/14, 25/14 e 25/15)
Alemanha 3 x 0 EUA (32/30, 25/19 e 26/24)